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Bunionete

Bunionete

O que é o Bunionete (Joanete de Sastre)?

O bunionete é um problema semelhante a um joanete, no entanto, ocorre na junção do quinto dedo com o pé.

Bunionetes são também chamados de joanetes do alfaiate ou Joanete de Sastre. O nome de  joanete dos alfaiates se dá porquê nos séculos passados, alfaiates sentavam de pernas cruzadas, mantendo uma posição onde o chão empurrava o quinto dedo em direção ao hálux, causando o desenvolvimento da saliência no aspecto exterior do pé.

São são comumente diagnosticados nos pacientes que também apresentam hálux valgo (joanetes na borda interior do seu pé).

Como joanetes são frequentemente causadospor problemas gerados pela utilização de calçados apertados e inadequados. Desta forma, estão relacionados a utilização de sapatos de bico fino e salto alto, sendo muito mais comuns em mulheres do que em homens.

Os sintomas do bunionete geralmente ocorrem devido à pressão do calçado sobre a saliência do lado de fora do pé.  Podem causar problemas mais significativos se a irritação danificar a pele e causar o aparecimento de feridas.

O que causa o Bunionete?

  • Utilização prolongada de calçados de bico fino
  • Alterações congênitas no formato dos metatarsos
  • História familiar da doença

Podemos prevenir o desenvolvimento do Bunionete?

Bunionetes frequentemente se tornam sintomáticos quando progridem. No entanto, nem todo bunionete progride.

Geralmente são tratados de forma não-cirúrgica. De maneira geral, quando não doem, não precisam ser operados. Os que doem também não são necessariamente cirúrgicos. A maioria deles podem ser tratados com alterações no padrão dos calçados, que, de maneira geral, não podem comprimir a parte da frente do pé.

Você precisa operar seu Bunionete?

Nos casos onde ocorre a falha do tratamento conservador, pode-se considerar o tratamento cirúrgico.

Por acaso você se identificou com os sinais e sintomas apresentados?
Agende sua consulta para maiores informações, diagnóstico e tratamento adequados!

Cirurgia do Bunionete (Joanete de Sastre) em São Paulo, SP.

Ciclistas

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Informações sobre tratamentos ortopédicos para ciclistas. Aguardando conteúdo.

Cirurgia da Mão

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Informações sobre cirurgia da mão. Aguardando conteúdo.

Cirurgia do Joelho

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Cirurgia do Ombro

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Informações sobre cirurgia do ombro. Aguardando conteúdo.

Cirurgia do Pulso

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Informações sobre cirurgia do pulso. Aguardando conteúdo.

Corredores

Corredores

As lesões de corredores geralmente estão associadas a “Overuse” ou Excesso de atividades, também conhecidas como lesões de repetição ou lesões de sobrecarga.

Estas lesões ocorrem nos iniciantes, mas também acometem com incidência semelhante os corredores mais experientes. Isso 

ocorreria porque com a manutenção da atividade os corredor mais experiente poderia se recuperar de uma lesão mas imediatamente sobrecarregar outra área e assim iniciar uma nova lesão.

O local de ocorrência exato das lesões de sobrecarga dependeria de uma série de fatores que incluem o tipo de pisada do corredor, aspectos relacionados à genética particular de cada um, lesões prévias, intensidade e qualidade dos treinamentos além de realização de treinamento adequado e com material adequado. Estas lesões podem ocorrer em qualquer localização dos membros inferiores, mas são mais frequentes nos pés e tornozelos.

A atenção do corredor com o seu pé seria fundamental a prevenção. Acredita-se que, muitas vezes, lesões em outras articulações, como em joelhos e quadris, seriam alterações biomecânicas secundárias às lesões dos pés.

De maneira geral e simplificada existem 3 “tipos” de pés, classificados de acordo com a característica do arco longitudinal do pé:

  • Neutros – “Normais”
  • Elevados – “Pés-Cavos”, rígidos
  • Diminutos – “Pés Planos”

Durante a marcha e a corrida, alternadamente os pés tocam no chão em uma posição relativamente supinada e depois “rolam” para uma posição mais pronada, na fase do apoio médio da marcha, que é o ponto onde o pé está diretamente sob o corpo e está carregando o peso total.

Desta forma os corredores com arcos elevados são chamados de “supinadores” ou “sub -pronadores”. Durante a corrida estes corredores possuem uma menor mobilidade do pé, de modo que na fase de apoio médio, não ocorre a pronação adequada. Estes tipos de pés não absorvem bem o impacto. Esta energia mal absorvida é transmitida para a região lateral do pé, para a perna e para o joelho.

Nos “Hiper-pronadores” ocorre o oposto. Existe uma maior mobilidade no pé , ocorrendo uma pronação excessiva durante a corrida. Estes corredores acabam transmitindo forças em excesso para a região medial (de dentro) dos pés e das pernas.

O calçado correto para os supinadores são aqueles que fornecem um maior amortecimento e que possuam maior capacidade de absorção de choques. Hiper-pronadores precisam de calçados que deem maior estabilidade e  “controle de movimento”.

Um método rápido para ter idéia das necessidades e o tipo de pé e de pisada que você tem é o teste pegada molhada.

Coloque uma toalha molhada no chão seco. Pise na toalha molhada com cada pé, e então de alguns passos a frente sobre o piso seco.

Avalie então as características das suas pegadas.

Se as pegadas molhadas desenharem apenas a “bola do pé”, o calcanhar, e uma pequena faixa lateral da borda externa do pé, provavelmente trata-se de um supinador. Por outro lado, se a pegada molhada apresenta um desenho com toda a área do pé preenchida, provavelmente trata-se de um pronador.

Algumas dicas sobre os tênis de corrida.

Depois de cerca de 450 kilômetros corridos os calçados perdem cerca de 30 – 50% da sua capacidade de absorção de choque.

Calçados que se molham com a atividade física demoram cerca de 48 horas para secar. Caso você realize atividade diária, considerar a compra de dois pares para utilização em dias alternados. Isso vai ajudar a prolongar o tempo de vida útil de seu calçado.

Representam as lesões mais comuns nos pés de corredores:

  • Fasceíte plantar – dor no calcanhar causada pela inflamação da fáscia na parte inferior do pé, geralmente bem na região onde a fáscia se insere no calcanhar.
  • Fratura por estresse no osso calcâneo – fratura pelo uso excessivo do “osso do calcanhar”.
  • Doenças do Tendão de Aquiles- inflamação da bursa localizada abaixo do tendão de Aquiles no calcanhar ou mesmo do tendão propriamente dito.
  • Tendinite dos Tendões Extensores – inflamação dos tendões na parte superior do pé, geralmente na região do peito do pé.
  • Sesamoidite – inflamação pequenos ossos, que estão localizados na região da “bola do pé”, perto da base do dedão do pé (hálux).
  • Fraturas por estresse dos metatarsos – fratura pelo uso excessivo de um dos metarsos. Estes são os ossos longos que começam na região do peiro do pé e vão até os dedos. Existem 5 metatarsos em cada pé.
  • Neuroma de Morton –  condição causada pela irritação crônica do nervo interdigital, geralmente entre os metatarsos 3 e 4, perto dos dedos. Corredores muitas vezes descrevem os sintomas como a presença de “alfinetadas e agulhadas” na sola do pé ou “choques” e formigamento nos dedos do pé.
  • Tendinite do Tibial Posterior – o tendão tibial posterior passa por debaixo do maléolo medial (osso proeminente no interior do tornozelo) e se insere no aspecto medial do pé no osso navicular. Corredores normalmente experimentam dor abaixo do maléolo medial ou mesmo na região interna do pé.
  • Tendinite dos Fibulares – tendões fibulares passam por baixo do maléolo lateral (osso proeminente na parte externa do tornozelo) e correm no aspecto lateral do pé (cubóide e base de metatarso 5). Corredores normalmente experimentam dor na parte exterior do tornozelo ou na borda lateral do pé até à base do metatarso 5.
  • Hematoma subungueal – sangramento debaixo da unha do dedo do pé que ocorre geralmente pela pressão crônica dos calçados sobre os dedos do pé.

Por acaso você se identificou com os sinais e sintomas apresentados?

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Fasceíte Plantar

Fasceíte Plantar

Você sente dores em pontada na sola do pé, principalmente na região do calcanhar?

Por acaso essa dor piora com o passar do dia?

Estas são queixas frequentes em pacientes com diagnóstico de fasceíte plantar.

(Tratamento Fasceíte Plantar em São Paulo, SP – Clínica Movere)

Ela ocorre quando um importante e forte tecido da região plantar do pé está inflamado ou irritado.

A fáscia plantar tende a se contrair quando a pessoa dorme e por isso frequentemente a dor é intensa após períodos de sono ou de manutenção na posição sentada por algum período de tempo.

O que causa a fasceíte plantar?

A fáscia plantar possui como função absorver grandes quantidades de estresses e cargas. No entanto, em algumas pessoas uma carga exagerada na região pode inflamar o tecido e levar a dor na região do calcanhar.

As principais causas de aumento do estresse na região são:

  • Alterações da anatomia
    • Pessoas com pé plano (“pé chato”), pé cavo (arco longitudinal do pé elevado) e com encurtamento da musculatura posterior da panturrilha podem também aumentar a quantidade de estresse e de cargas na região da fáscia plantar.
  • Overuse” ou Uso Excessivo
    • Fasceíte plantar é mais comum em praticantes de caminhadas e corridas. Pessoas que ficam por longos períodos de pé ou andando em terrenos endurecidos também possuem maior chance de desenvolver a doença.
  • Utilização de calçados “inadequados”
    • Dor na região do calcanhar ocorre frequentemente em pessoas que utilizam calçados de tamanho impróprio ou que não possuem acolchoamento e suporte adequados.

O tratamento consiste basicamente de:

  • Exercícios de alongamento específicos para encurtamento de músculos do pé e da panturrilha.
  • Utilização de medicamentos anti-inflamatórios (sob orientação médica).
  • Utilização de calçados com suporte e acolchoamento adequados.
  • Utilização de órteses noturnas

A fasceíte plantar melhora com o tratamento não-cirúrgico?

Sim. Aproximadamente 90% dos pacientes melhoram dentro dos 2-3 primeiros meses de tratamento conservador realizado de forma adequada. Aproximadamente 98% dos pacientes melhoram sem necessidade de tratamento cirúrgico.

Por acaso você se identificou com os sinais e sintomas apresentados?

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Fibromialgia

Fibromialgia

Informações sobre a fibromialgia e seus tratamentos. Aguardando conteúdo.

Fratura de Tornozelo / Ossos do Pé

Fratura de Tornozelo / Ossos do Pé

Fraturas do tornozelo e do pé são lesões comuns. Elas podem ocorrer secundariamente a uma série de traumas, desde acidentes automobilísticos até simples tropeções. A gravidade destas lesões também é bem variável.

O tratamento para essas fraturas depende do local exato e da gravidade da lesão. Em grande parte dos casos pode exigir cirurgia e fixação com fios, placas, e/ou parafusos garantindo a manutenção da posição correta dos ossos durante a cicatrização.

Quais são os sintomas das fraturas do pé e tornozelo?

  • Dor latejante
  • Dor que aumenta com esforços e diminui com o repouso
  • Edema
  • Hematomas
  • Deformidade
  • Dificuldade para caminhar ou apoiar o pé envolvido
  • Algumas pessoas sentem ou ouvem um estalo no momento da lesão e assumem que houve uma fratura. No entanto este estalido nem sempre significa que ocorreu uma fratura.

Existem fatores de risco para o desenvolvimento destas fraturas?

  • Prática esportes de alto impacto como futebol, hóquei, ginástica, balé, tênis são causas comuns de fraturas do pé e tornozelo.
  • Utilização equipamentos esportivos inadequados – Equipamentos defeituosos, como calçados que estejam muito desgastados ou que não sejam de numeração adequada ao tamanho do pé ou do tipo de pisada do paciente, podem contribuir para o desenvolvimento de fraturas de estresse e  precipitar quedas.
  • Técnicas de treinamento inadequadas – como a não realização de aquecimento e alongamento.
  • Acidentes relacionados à atividades profissionais – certos ambientes de trabalho, como a construção civil,possuem maior risco de quedas de altura ou traumas diretos.
  • Presença de doenças associadas – osteoporose ou neuropatias dos membros inferiores (diabetes, poliomielite, hanseníase)  podem aumentar o risco de fraturas

Por acaso você se identificou com os sinais e sintomas apresentados?

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Futebolistas

Futebolistas

Informações sobre tratamentos para futebolistas. Aguardando conteúdo.

Joanete

Joanete

O que é o Joanete (Hálux Valgo)?

O Joanete é um problema que pode se desenvolver secundariamente a uma deformidade com desvio lateral (em valgo) do dedão do pé (hálux).

Quando isso ocorre, o osso que se liga ao osso do dedão do pé, chamado de primeiro metatarso, se torna proeminente na borda interna do pé.

Esta protuberância é conhecida como joanete e é composta de osso e tecidos moles.

O que causa o Joanete?

  • Utilização prolongada de calçados de bico fino
    • É de longe a principal causa do desenvolvimento e principalmente do inicio dos sintomas do joanete. Estes calçados empurram o hálux para lateral em uma posição não natural e desconfortável.
    • Estudos americanos demonstram que 88% das mulheres utilizam calçados que são considerados muito pequenos e apertados para o tamanho de seus pés e que 55% das mulheres apresentam o diagnóstico de joanete.
    • Não é a toa que o diagnóstico é 9 vezes mais frequente em mulheres.

  • Artrites, artrose e paralisia infantil.
    • Podem levar ao desenvolvimento do hálux valgo.
  • História familiar da doença
    • Em diversos casos história familiar de joanete está envolvida.

Podemos prevenir o desenvolvimento  do Joanete?

Joanetes frequentemente se tornam sintomáticos quando progridem. No entanto, nem todo joanete progride.

Muitos joanetes podem ser tratados de forma não-cirúrgica. De maneira geral, um joanete que não dói, não precisa ser operado. Os que doem também não são necessariamente cirúrgicos. A maioria deles podem ser tratados com alterações no padrão dos calçados, que, de maneira geral, não podem comprimir a parte da frente do pé.

Você precisa operar seu Joanete?

Nos casos onde ocorre a falha do tratamento conservador, pode-se considerar o tratamento cirúrgico.

Diversos estudos americanos mostram que 85%-90% dos pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico ficam satisfeitos com seus resultados. A maioria dos casos evolui com melhora da dor.

As razões pelas quais você poderia se beneficiar do tratamento cirúrgico:

  • Dor intensa que limita as suas atividades do dia-a-dia
  • Inflamação e edema crônico da protuberância do dedão do pé, que não melhora com medidas conservadoras.
  • Sobreposição do seu dedão do pé com os dedos menores
  • Rigidez do dedão do pé – impossibilidade de dobrar e estender o hálux
  • Falha de analgesia com medicamentos utilizados sob orientação médica
  • Falha de analgesia com utilização das medidas de adequação no padrão do calçado

Por acaso você se identificou com os sinais e sintomas apresentados?

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Metatarsalgia

Metatarsalgia

O que é Metatarsalgia?

Metatarsalgia é uma condição caracterizada por dor e inflamação na planta do pé, mais especificamente na região da cabeça dos ossos do pé, conhecidos como metatarsos. Esta condição é causada por sobrecarga na região anterior da sola do pé, geralmente estando acompanhadas de calosidades (Calos).

Pode ocorrer em pacientes fisicamente ativos fisicamente, principalmente nos que realizam de atividades que envolvam corrida e saltos.

Pode também ocorrer em pacientes que utilizam calçados mal ajustados aos seus pés.

Embora geralmente não seja uma condição grave, pode afastar o paciente das atividades rotineiras das quais ele mais gosta.

Felizmente, os tratamentos conservadores, como gelo e descanso, muitas vezes podem aliviar os sintomas.

A utilização do calçados adequados, juntamente com amortecedores e/ou palmilhas, pode ser tudo o que você precisa para evitar ou minimizar problemas associados com a metatarsalgia.

 

 

 

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Quais são os sinais e sintomas da Metatarsalgia?

Os sintomas são geralmente progressivos ao longo do tempo e incluem:

  • metatarsalgia4Dor aguda ou em queimação na “bola do pé” – a parte da sola logo atrás de seus dedos do pé.
  • Dor na área em torno de seus segundo, terceiro ou quarto dedos do pé.
  • Dor apenas na região do seu dedão do pé.
  • Presença de aumento da espessura da pele e de calosidades na parte da frente ou da “bola” do pé.
  • Dor que piora quando você está caminhando ou correndo e que melhora quando você descansa.
  • Dormência ou formiguamentos nos dedos dos pés.
  • Dor que piora quando você flexiona os dedos do pé.
  • Sensação de que você estivesse andando com uma pedra no sapato
  • Piora da dor quando você está andando descalço, especialmente em uma superfície dura.

Às vezes esses sintomas podem aparecer de repente, especialmente se você recentemente aumentou sua quantidade usual de corrida, saltos ou exercícios de alto impacto.

Quais são as causas da metatarsalgia?

Em cada pé, existem cinco ossos chamados de metatarsos que de correm de seu arco de até as articulações com os dedos do pé.

O primeiro metatarso é o mais curto e o mais espesso deles. Durante a fase de desprendimento do pé na deambulação o peso do corpo é transferido para os dedos dos pés e metatarsos. O primeiro e o segundo metatarso assumem a maior parte desta carga.

A metatarsalgia (“dor nos metatarsos”) geralmente ocorre quando ocorrem mudanças na forma como o seu pé normalmente trabalha (mecânica), afetando a forma como o peso é distribuído no pé. Isso pode levar a uma pressão excessiva sobre os metatarsos, cursando com inflamação e dor, especialmente nas cabeças dos metatarsos.

Geralmente, múltiplos fatores estão envolvidos com o desenvolvimento da sintomatologia da metatarsalgia:

  • Treinamento intenso ou aumento na frequência e nível de intensidade das atividades físicas.
  • Formato do pé – Certas formas pé são mais propensas ao desenvolvimento da metatarsalgia.
  • Pés com arco longitudinal aumentados (Pés Cavos) – podem colocar uma pressão extra sobre os metatarsos.
  • Segundo dedo do pé maior que o dedão – leva a maior concentração do peso no dedo mais longo.

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  • Dedos em Garra – deformidade que pode se desenvolver em alguns pés, principalmente em pessoas que utilizam saltos altos ou calçados muito apertados. O dedo afetado progressivamente se “enrola”, apontando para o solo. Esta contração deprime as cabeças do metatarso envolvido, aumentando a carga que passa por ele.

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  • Joanete – enfraquece o dedão do pé, colocando pressão extra sobre a cabeça dos outros metatarsos do seu pé (Metatarsalgia de Transferência).
  • Obesidade – quilos extras significam mais pressão sobre seus metatarsos. A perda de peso pode reduzir ou eliminar sintomas de metatarsalgia
  • Calçados inadequados – saltos altos, que transferem peso extra para a parte da frente de seu pé, são causas comuns de metatarsalgia em mulheres. Sapatos com uma biqueira estreita ou tênis que carecem de suporte e acolchoamento, também podem contribuir com o desenvolvimento da metatarsalgia.
  • Fraturas por estresse – pequenas fraturas nos metatarsos ou ossos do dedo do pé, causadas por sobrecarga, geralmente dolorosas e que podem mudar a maneira da pisada, mudando também a distribuição da distribuição do peso no pé.
  • Neuroma de Morton – tumoração não cancerosa de tecido fibroso em torno de um nervo do pé, que geralmente ocorre entre os terceiro e quarto metatarsos. Ocorre frequentemente em pessoas que utilizam calçados de salto alto ou sapatos apertados por tempo demais que colocam pressão sobre os dedos dos pés. Ele também pode se desenvolver após atividades físicas de alto impacto.

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Existem fatores de risco para o desenvolvimento da metatarsalgia?

Sim. No entanto, qualquer pessoa pode desenvolver a doença. Os fatores de risco associados são:

  • Prática de esportes de alto impacto – metatarsalgia é mais frequente em corredores, atividades esportivas que envolvam corrida ou saltos, como o futebol, o tênis, o beisebol, e o basquete.
  • Utilização de salto alto ou calçados apertados.
  • Sobrepeso – quilos extras podem gerar maior pressão sobre seus metatarsos.
  • Algumas formas anatômicas do pé – arco longitudinal elevado (pé cavo), segundo dedo do pé  ou segundo e terceiro metatarsos alongados podem contribuir para o desenvolvimento de metatarsalgia. Dedos em garra, artrite reumatóide e gota também estão envolvidos. Essas comorbidades podem causar dor e inflamação, mudando a maneira do caminhar e a distribuição de peso em seus pés.
  • Lesão traumática do pé ou tornozelo.
  • Envelhecimento

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Neuroma de Morton

Neuroma de Morton

O que é Neuroma de Morton?

Neuroma de Morton é uma condição dolorosa que afeta principalmente a região da “bola do pé”, mais comumente na área entre o terceiro e quarto dedos.

Representa uma tumoração não cancerosa que consiste em um espessamento do tecido em torno de um dos nervos do pé, que dá a sensibilidade dos dedos. Em alguns casos, o neuroma de Morton provoca dor aguda e ardor na região anterior da sola do pé. Os dedos do pé também podem formigar, queimar ou apresentarem sensação de  dormência.

Uma queixa frequente do paciente com esta doença é a sensação semelhante ao pisar sobre uma pedra que estivesse escondida dentro do seu sapato ou em uma dobra da sua meia.Geralmente se desenvolvem em resposta a uma lesão, irritação ou sobrecarga na região anterior do pé.

Os tratamentos comuns incluem a mudança do padrão dos calçados. A utilização de corticosteróides injetáveis ou de cirurgia podem ser necessárias.

Uma queixa frequente do paciente com esta doença é a sensação semelhante ao pisar sobre uma pedra que estivesse escondida dentro do seu sapato ou em uma dobra da sua meia.
área frequente de formigamento e queimação
área frequente de formigamento e queimação

Pode ocorrer em pacientes fisicamente ativos fisicamente, principalmente nos que realizam de atividades que envolvam corrida e saltos.

Pode também ocorrer em pacientes que utilizam calçados mal ajustados aos seus pés.

Embora geralmente não seja uma condição grave, pode afastar o paciente das atividades rotineiras das quais ele mais gosta.

Felizmente, os tratamentos conservadores, como gelo e descanso, muitas vezes podem aliviar os sintomas.

A utilização do calçados adequados, juntamente com amortecedores e/ou palmilhas, pode ser tudo o que você precisa para evitar ou minimizar problemas associados com a metatarsalgia.

Quais são as causas do Neuroma de Morton?

Não se sabe ao certo o porquê exatamente ocorre o espessamento do tecido fibroso em torno do nervo acometido.

Parece ocorrer em resposta a um aumento de pressão e carga na região, ou mesmo pela irritação ou lesão de um dos nervos que inervam os dedos do pé.

 

metatarsalgia7O crescimento do tecido fibrosos e nervoso espessado (neuroma) representa parte da resposta do seu corpo a esta irritação, sobrecarga ou lesão.

Existem fatores de risco para o desenvolvimento do Neuroma de Morton?

Fatores que parecem contribuir para o desenvolvimento do neuroma de Morton incluem:

  • Utilização de calçados de salto alto e/ou apertados.
  • Prática de atividades esportivas de alto impacto como a corrida podem levar a traumas repetitivos e sobrecarga da parte da frente do pé.  Esportes que utilizam sapatos apertados, como o esqui na neve ou a escalada, por exercerem pressão exagerada sobre os dedos dos pés, também podem estar envolvidos.
  • Presença de deformidades nos pés – as pessoas que têm joanetes, dedos em garra, pés planos ou flexibilidade excessiva por frouxidão ligamentar  possuem maior risco de desenvolver o Neuroma de Morton.

Por acaso você se identificou com os sinais e sintomas apresentados?

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Neuropatia Periférica

Neuropatia Periférica

A neuropatia periférica ocorre como resultado de danos aos nervos que inervam o pé e o tornozelo, geralmente causando dormência, formigamento e dor nos pés. As pessoas normalmente descrevem a dor da neuropatia periférica como um formigamento ou uma queimação, que frequentemente estão associadas com perda da sensibilidade cutânea.

Tratamentos para o Pé Diabético (Neuropatia Periférica) em São Paulo, SP – Clínica Movere

A neuropatia periférica pode resultar de problemas como lesões traumáticas, infecções, problemas metabólicos e exposição a toxinas. Uma das causas mais comuns é o diabetes.

Em muitos casos, os sintomas de neuropatia periférica melhoram com o tempo – especialmente se a condição é causada por uma doença subjacente, que pode ser tratada.

neuropatia diabética em são paulo

Quais são as causas da neuropatia periférica?

Nem sempre é fácil identificar a causa da neuropatia periférica. Diversos fatores podem causar neuropatias. Estes fatores incluem:

  • Alcoolismo – muitos alcoólatras desenvolvem neuropatia periférica, principalmente devido a desnutrição, frequentemente associada, levando a deficiências de vitaminas.
  • Doenças auto-imunes – incluem artrite lúpica, artrite reumatóide e síndrome de Guillain-Barré.
  • Diabetes – quando diversos nervos estão acometidos (polineuropatia), freqüentemente a causa da neuropatia é o diabetes. Pelo menos metade das pessoas com diabetes desenvolvem algum tipo de neuropatia.
  • Exposição a substâncias tóxicas – incluem metais pesados e certos medicamentos, especialmente aqueles usados para tratar o câncer (quimioterapia).
  • Infecções – certas infecções virais ou bacterianas podem causar neuropatia periférica, incluindo a doença de Lyme, Catapora (varicela-zoster), vírus de Epstein-Barr, hepatite C e HIV / AIDS.
  • Doenças hereditárias – incluem as doenças de Charcot-Marie-Tooth e polineuropatia amilóide.
  • Trauma ou compressões de nervos – traumas como acidentes automobilísticos, quedas ou lesões esportivas, podem romper ou danificar os nervos periféricos.
  • Tumores – podem comprimir diretamente os nervos ou mesmo invadi-los. Ambos os tumores cancerosos (malignos) e não cancerosos (benignos) tumores podem contribuir para a presença de uma neuropatia periférica.
  • Deficiências de vitaminas- principalmente vitaminas B (B1, B6 e B-2) que são especialmente importantes para a saúde dos nervos. A vitamina E e niacina também são cruciais para a saúde dos nervos.
  • Outras doenças – doença renal, doença hepática e uma disfunção da tiróide (hipotireoidismo) também podem causar neuropatia periférica.

Quais são os sintomas da neuropatia periférica e quais nervos podem ser afetados?

Os nervos do seu sistema nervoso periférico repassam para diversas partes do corpo informações vindas de seu cérebro e de sua medula espinhal (sistema nervoso central). Além disso, também enviam informações vindas da periferia do organismo, para o sistema nervoso central.

A neuropatia periférica pode afetar um único nervo (mononeuropatia), dois ou mais nervos em diferentes áreas (mononeuropatia múltipla) ou muitos nervos (polineuropatia).

Os nervos que podem ser afetados pela neuropatia periférica incluem:

  • Nervos sensoriais – que recebem sensações como dor, calor ou toque.
  • Nervos motores – que controlam a movimentação de seus músculos.
  • Nervos autônomos – que controlam funções como a pressão arterial, freqüência cardíaca, a digestão e a atividade da bexiga.

Mais comumente, a neuropatia periférica começa nos nervos mais longos, que são os que chegam a seus pés. Os sintomas variam, dependendo de quais tipos de nervos são afetados.

Os sinais e sintomas podem incluir:

  • Início gradual de dormência e formigamento nos seus pés e/ou mãos, que podem se espalhar para cima em seus braços e pernas.
  • Dor em queimação.
  • Dor aguda ou em choque.
  • Extrema sensibilidade ao toque, mesmo que este toque seja leve.
  • Perda de coordenação
  • Fraqueza muscular ou paralisia, quando nervos motores são afetados.
  • Problemas de intestino ou bexiga, quando nervos autônomos são afetados

Quais são as complicações associadas à neuropatia periférica?tratamento pé diabético são paulo

  • Diminuição da sensibilidade ou anestesia completa do pé – ocorre perda progressiva da sensibilidade às mudanças de temperatura e à dor. Isso pode deixar o seu pé mais suscetível a queimaduras ou traumas de pele, facilitando o desenvolvimento de úlcerações, que geralmente são de difícil fechamento e podem resultar até em amputações.
  • Infecções – após o desenvolvimento de feridas, bactérias da própria flora da nossa pele podem se aproveitar e nos causar infecções, colocando em risco inclusive a vida.

Como prevenir o desenvolvimento da neuropatia periférica e suas complicações?

Primeiramente devemos controlar e/ou evitar o desenvolvimento das principais condições causas da doença. Isso significa controlar seu nível de açúcar no sangue para os diabéticos ou a cessação ou controle no consumo de álcool.

Evitar consumos e atitudes que podem causar danos aos nervos, como por exemplo:

  • Tabagismo
  • Consumo excessivo de álcool
  • Contato com produtos químicos tóxicos

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Uma vez a neuropatia periférica esteja instalada, é fundamental verificar e examinar diariamente seus pés, de modo que você possa tratar pequenas lesões antes que elas progridam e se infectem. Isto é especialmente importante para as pessoas com diabetes, que tendem a cicatrizar mais lentamente.

Checar a presença de micose entre os dedos, presença de objeto dentro de seus calçados (pedras, tampas de caneta e etc…).

Cuide de seu pé!

Todo paciente diabético há mais de 5 anos deve fazer acompanhamento frequente com ortopedista especialista em cirurgia do tornozelo e pé.

Pé diabético

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Pé Cavo-Varo

Pé Cavo-Varo

Informações sobre tratamento de Pé Cavo-Varo. Aguardando conteúdo.

Pé Chato

Pé Chato

O que é o Pé Plano?

Você tem um pé chato quando o arco no interior de seus pés é achatado, permitindo que grande parte ou toda a sola do seu pé toque o chão quando você está de pé.

Tratamento para pé chato em São Paulo – Clínica Movere.

Representa uma condição comum e geralmente indolor, que pode ocorrer quando o arco longitudinal do pé não se desenvolve durante a infância.

Em outros casos, pode desenvolver-se o pé plano após uma lesão ou doença específica (tendinopatia do tendão tibial posterior) ou após o simples desgaste e sobrecarga acumulada com o passar dos anos.

O pé plano pode ocasionalmente contribuir para desenvolvimento de problemas em seus tornozelos e joelhos, alterarando o alinhamento ideal de suas pernas.

A maioria dos casos são assintomáticos e indolores, não necessitando de nenhum tratamento específico.

No entanto, algumas pessoas com  pé plano podem sentir dor. Essas dores ocorrem  principalmente na região do calcanhar ou do arco do pé.

Inchaço ao longo da região interna do tornozelo também pode ocorrer.

pe_chato1Quais são as causas do pé plano?

O pé plano é normal em bebês e crianças pequenas, porque arco do pé ainda não está totalmente desenvolvido.

O arco do pé da maioria das pessoas se desenvolve ao longo da infância, mas, em algumas pessoas eles nunca se formam. Esta é uma variação normal no tipo de pé, e as pessoas sem arcos podem ou não têm problemas.

Arcos também pode cair ao longo do tempo. Anos de uso e desgaste pode enfraquecer o tendão que percorre o interior de seu tornozelo e ajuda a apoiar o seu arco (tendão tibial posterior).

Existem fatores de risco para o desenvolvimento de um pé plano doloroso?

Sim. São eles:

  • Obesidade
  • Lesão traumática do pé ou tornozelo
  • Artrite reumatóide
  • Envelhecimento

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